domingo, 20 de janeiro de 2013

Serviço de Atendimento Especializado (SAE) mantém cadastrados mais de 400 lajeadenses


Na manhã de 16/01 estivemos reunidos junto à equipe do SAE e da coordenação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde (EACS) de Lajeado. A reunião visou avaliar a assistência prestada pelos dois serviços, analisando as dificuldades e potencializando as ações. Atualmente o SAE é referência para a maioria dos municípios da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde, prestando informações, capacitando e atendendo à demanda regional. Mais de 800 pessoas estão cadastradas no serviço, dos quais cerca da metade é de Lajeado. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e a AIDS são as maiores demandas. A equipe é qualificada e presta um serviço de alta relevância. Desde já nos comprometemos a reforçar a equipe, com a inserção de uma assistente social e uma nutricionista, que serão importantes tendo em vista o perfil dos usuários do serviço. 

SESA reafirma desejo de manter parceria com a CURES


No dia 15/01 a Secretaria de Saúde de Lajeado esteve representada na reunião que envolveu a Clínica Universitária Regional de Educação e Saúde (CURES) da Univates e os novos gestores de saúde da região. No encontro explanou-se sobre o funcionamento da CURES e as potencialidades da mesma no desenvolvimento do SUS no nível municipal e regional. Até o final de 2012, apenas Cruzeiro do Sul, Arroio do Meio e Estrela mantinham convênio. Já manifestamos que a partir deste ano nosso município de Lajeado também desenvolverá a parceria. O trabalho permitirá o atendimento especializado de usuários do SUS da rede municipal dentro dos princípios da interdisciplinaridade da assistência. Trata-se da interação contínua do serviço de saúde com o ensino, relação que é benéfica tanto para aqueles que são atendidos quanto para os supervisores, tutores e acadêmicos envolvidos. 

Nova direção do CONSISA tem sua primeira reunião dia 15



Na última 3ª-feira, dia 15/01, sob a presidência do prefeito de Westfália, Sérgio Marasca, a nova diretoria do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Taquari (CONSISA), esteve reunida em sua sede. Fazem parte da diretoria: Marino Dewes, secretário de saúde de Encantado (vice-presidente), Glademir Schwingel (1º secretário), Iara Kohlrausch, secretária de saúde de Santa Clara do Sul (2ª secretária), Olmir Rossi, prefeito de Ilópolis, (1º tesoureiro) e Renato Altmann, prefeito de Teutônia (2º tesoureiro). Participou ainda da reunião o ex-presidente Nilton Rolante. Na pauta, a avaliação da situação atual do CONSISA e a necessidade de construir soluções para a assistência em Oftalmologia no Centro Regional, sediado em Encantado, além do atendimento em Traumatologia.  

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

E eis que estou aqui, frente à tela do PC, pensando. 
Quase meia noite e a cidade dorme. Parte dela. 
Há quem trabalhe. Há também aqueles que sofrem.
E entre idas e vindas a vida segue, frenética
vinte e quatro horas, todos os dias, sem parar
Há quem faça a cabeça em busca do prazer fácil
anestesia pura e simples na relação com o mundo
tem a compulsão do ter, a dor surda de não ter
e a vontade de consumir o que não dá,
há de tudo um pouco e o mundo sofre, sôfrego
e o corpo geme, geme, o que dizer?
é preciso desacelerar. Mas como?
Na urgência de tudo, e de todos, a vida passa
rápida, rápida demais. Muito rápida. 
E os pequenos momentos se vão, escoam entre os dedos
Se vão... 
Para tudo, para o mundo, mais devagar
É preciso cultivar a amizade, a vida, o sorriso
O choro da emoção humana de se emocionar
E nisso tudo, romper com essa coisa mórbida do "eu"
do "meu"...
é o "nós" que vale, o coletivo... É o "nós", a família
E é isso que alimenta, que dá sentido, que faz valer a pena.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ADDEFIL e SESA reunidos hoje, 14/01.

Nesta tarde de 3a-feira, dia 14/01, estivemos reunidos com a direção da ADDEFIL, associação que representa os interesses e presta assistências aos portadores de deficiência física de Lajeado. Um trabalho social relevante, que tem interface com a Saúde. A diretoria apresentou o quadro da entidade e pediu apoio nas suas atividades. Considerando que a construção da Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência é uma das prioridades elencadas tanto pelo Ministério da Saúde quanto pela Secretaria Estadual de Saúde, desde já a Secretaria Municipal de Saúde abre as portas para pensarmos juntos alternativas. Pedimos à ADDEFIL que elabore um projeto assistencial aos seus usuários e, desta forma, a SESA pode estudar qual o apoio concreto é possível estabelecer, considerando o orçamento de 2013 e a legalidade da função pública.
UBS do Bairro Santo Antônio entrará em reforma em breve

No dia de hoje, pela manhã, estivemos visitando a Unidade Básica de Saúde da Família do Bairro Santo Antônio. Estivemos eu, a secretária adjunta, Ana Reckziegel de Souza e a Coordenadora de Ações da Enfermagem, Ana Gleiza Cargnelutti. Conversamos com a equipe da UBS, que fez um breve relato das atividades desenvolvidas no local, inclusive atendimento fisioterapêutico. A UBS tem mais de 10 anos naquele local e estamos providenciando no início da reforma do prédio, que prevê arrumação do telhado, visto que em dias de chuva há infiltrações, pintura e reforma na capacidade elétrica, subdimensionada para a necessidade local. 

Ainda pela manhã visitamos a UB de Saúde da Família do Bairro Morro 25, que atende também o Bairro das Nações. Encontramos uma equipe muito coesa, implicada com as necessidades do Bairro. Também conhecemos algumas das dificuldades da população local e avaliamos a questão da "Rua da Divisa", que separa Lajeado de Cruzeiro do Sul. 

Por fim, visitamos ainda os moradores do Loteamento 17, formada por pessoas humildes, assistidas pela ESF local. Esta comunidade é historicamente isolada, conhecida inclusive como "tigredo". Apesar de não ser considerada uma quilombola, de fato caracteriza-se como tal, visto ser constituída basicamente por negros, que vivem em forte espírito coletivo e comunitário. Enfrentam muitos problemas de saúde e carecem de uma política de assistência social e de saúde que lhes garanta o desenvolvimento mais equilibrado de sua cidadania. Mostram-se deprimidos frente ao "esquecimento" pelo qual passam, o preconceito social e racial de décadas.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Primeiras palavras para a Gestão da Saúde de Lajeado




Hoje começamos um novo ciclo neste município. A população lajeadense, em outubro último, escolheu por ampla maioria, que era tempo de experimentar algo novo. Depois de muitos anos de um mesmo estilo de fazer as coisas, é hora de vivermos um novo período, uma nova agenda, de respirarmos os ares da novidade.

Em julho deste ano, no início da campanha eleitoral, o Instituto Methodus realizou uma pesquisa eleitoral. Os resultados foram publicados no Jornal O Informativo do Vale. Na pesquisa perguntaram sobre os problemas de Lajeado e a primeira prioridade apontada foi a SAÚDE. Isto nos chama a atenção e nos coloca na obrigação de levarmos isto em conta.

Desde meados de outubro, vencidas as eleições, nós viemos conversando com representantes do comando municipal que saiu. Por duas vezes, informalmente, conversamos com o ex-secretário. O que nos é mostrado é que tudo está de acordo, que a Secretaria da Saúde funciona bem e que todos estão de certa forma, felizes. A voz das ruas não nos diz isso. A pesquisa de julho aponta para outro lugar e isto nos preocupa e é isto que vai focar nosso jeito de trabalhar: precisamos conversar mais com a população e conversar mais com os colegas de trabalho para sabermos, com mais clareza, quais são os problemas que temos nesta relação e que nos levam a esta sensação de que as coisas não vão bem.

O prefeito Luis Fernando Schmidt, na sua trajetória, tem afirmado e reafirmado que o DIÁLOGO será uma busca constante desta nova gestão municipal. Na Secretaria da Saúde vamos cumprir com isto, incansavelmente. É da natureza do trabalho em SAÚDE conversar, comunicar-se, ouvir o que o outro quer dizer e dar a resposta que este precisa. Comunicar-se bem é a chave para o sucesso e nós vamos nos comunicar mais e melhor com a população. O secretário e seu staff vão estar permanentemente ao lado de vocês todos, e o trabalho de vocês é o nosso trabalho.

Para tanto, precisaremos ousar mais, fazer algo diferente, que marque positivamente a vida das pessoas. A SAÚDE é coisa mais importante na vida das pessoas, a parte mais sensível. Nós sabemos que muitas vezes só nos damos conta disso quando a doença se instala. Isto acontece conosco, comigo, com vocês. Por que não aconteceria com ou outros também? É um desafio mudarmos hábitos de vida e isto será talvez o nosso grande desafio: trabalhar mais com a saúde, com a promoção e a prevenção. Mas, chegaremos lá.

No campo da saúde não dá para parar tudo e recomeçar. Não podemos, a partir de hoje, simplesmente mudar tudo. Temos um "carro andando que precisa ser ajustado" e estes ajustes ocorrerão. Ha questões que serão resolvidas a partir de hoje. Mudanças ocorrerão, mas com a responsabilidade de ajustar da melhor forma possível os diferentes interesses. De antemão, sabemos que haverá contrariedades, mas isto faz parte do ciclo da vida, na qual nem sempre as coisas acontecem conforme queremos.

Hoje a SESA é uma das maiores estruturas de saúde da região do Vale do Taquari, pela sua diversificação. Vocês fazem parte disso. Nós fazemos parte disto e fazer bem feito é aquilo que queremos. Somos um grande grupo de profissionais imbuídos de uma função pública, de um trabalho, o nosso ganha-pão; mas também envoltos numa missão maior que é prezar pela vida das pessoas, desde a gestante, da pequena criança indefesa, da pessoa com deficiência, jovens, adultos, trabalhadores ou não, e idosos. Pessoas que são diferentes quanto à idade, quanto ao sexo e gênero, quanto ao pensamento, raça e etnia. Pessoas que têm preferências, que têm desejos, que são cidadãs e que precisam ser respeitadas na sua cidadania.

Vivemos um sistema universal de saúde, um sistema único, no qual eu acredito. Desde 1997 eu trabalho neste meio. Desde antes, na faculdade, já defendia que as pessoas têm direitos e estes são inalienáveis. Um sistema que contrapõe a ideia de que a saúde e um negócio. Um sistema que ultrapassa em muito esta superficialidade com a qual a vida e tratada hoje em dia, em muitos lugares. A vida vale a pena e a nossa missão e prezar por ela.

Sabemos que esta função, esta missão, não é fácil. Precisamos conciliar o que precisa ser feito com o que e possível. Temos carências de recursos, temos carência de soluções, temos carências de pessoas, às vezes. Mas isto não impede que a gente caminhe para frente, que estejamos sintonizados em torno de um bem maior, algo bonito e que satisfaça nossa caminhada.

Começamos o ano de 2013 sob o signo da mudança. Não é apenas um calendário novo, ou uma agenda em branco.  É natural que alguns de vocês tenham certa ansiedade sobre isto. E natural, pois, apesar de sempre querermos sair da rotina, há uma tendência natural de todos nos acomodarmos na segurança da rotina. Fazer tudo igual sempre parece que nos defende do incerto. Mas sabemos que a vida não é igual todos os dias, que coisas novas acontecem, para o bem e para o mal e, neste sentido, precisamos fazer diferente, pensar agora no agora, considerando nossas experiências passadas e levando em conta o que vem pela frente. Prevenir eventos, promover a saúde e cuidar da vida sempre, é o que queremos, conforme já dissemos.  

Mas a pergunta é: o que muda?

Há muitos anos convivo com os gestores da saúde de Lajeado que estão de saída. Respeito sua forma de conduzir as coisas. Mas é importante todos saberem que quem entra é diferente. Faremos as mudanças que julgarmos necessárias, no tempo certo, sem atropelos, tentando sempre minimizar as dificuldades da principal parte interessada em nosso sucesso: a população.

Há mudanças que serão discutidas com as equipes de saúde. Vocês perceberão as mudanças aos poucos, no convívio do dia a dia. Precisamos gerir bem esta casa, mas precisamos também que ela seja humana, que pense conjuntamente, que ela seja a construção coletiva das ações de saúde. As pessoas na rua anseiam por ser escutadas e precisamos dar ouvidos a elas. A SESA não é uma loja, não vende um produto. Nós lidamos com outra coisa, algo muito diferente: lidamos com sofrimento, com vida, com alegrias e tristezas. Isto nos atinge, isso mexe conosco e isto nos faz sermos uma das áreas da política pública mais sensível.

Os gestores mudarão. Aos poucos vamos ajustando o que for preciso, reorganizando pessoas e posições, se assim julgarmos necessário. Repeitaremos individualidades, mas pensaremos sempre no coletivo, na causa maior. Este é o nosso propósito. Precisamos de pessoas responsáveis, que amam o trabalho, que sentem prazer no que fazem. A má vontade, o desprazer, o uso e abuso de sua posição de uma forma negativa não serão tolerados. Não temos este direito.

Vamos rediscutir a relação da SESA com o controle social e evoluir na relação com o papel do controle social. O Conselho Municipal de Saúde será reafirmado, reconhecido e fortalecido. Implantaremos conselhos gestores, com a participação da comunidade, nos serviços de saúde. Dialogaremos com a população e vamos construir soluções conjuntamente. Significa dizer que nenhum de nós, sozinho, é dono das estruturas públicas.

Para nós é ponto inicial que nossa rede de saúde seja qualificada e isso só acontece se pensada a muitas cabeças. Pensar junto é usar da inteligência que está em cada um e cada uma de nós. Aproximar as diferentes vozes, e fazer com que as coisas fluam de forma natural. Para isso precisamos de mecânica, de um discurso e de uma prática afinados, de uma equipe de saúde que coaduna ideias e ações. Nada disso é fácil fazer, mas é possível e nós acreditamos nisso. Para tanto teremos, desde já, a organização real do Núcleo Municipal de Educação e Saúde Coletiva (NUMESC). Trabalharemos na POLÍTICA DE HUMANIZAÇÃO DO TRABALHO em SAÚDE, o que significa dizer que todos os trabalhadores em saúde parceiros das nossas causas serão valorizados. Trabalhadores e usuários.

Algumas ações são prioridade e vamos trabalhar para torná-las realidade.

Vamos tornar a UPA – Unidade de Pronto Atendimento, uma realidade. Sabemos que há pressa quanto a está ação, mas acreditamos que a sua implantação é gradativa, visto que é uma novidade importante na região. É uma estrutura imensa que comportará quando trabalhando completa um total de 103 funcionários, de diferentes áreas. Ali haverá diagnóstico laboratorial, de imagem, pronto atendimento médico. Isto impactará em toda rede municipal. Diminui a pressão sobre o pronto Socorro no HBB e impõe que devemos redefinir o funcionamento da Unidade Básica da Montanha. Mas isto acontecerá no devido tempo.

A UPA virá para somar. Gerará emprego e será um espaço de assistência importante. É uma ação da Política Nacional de Saúde, do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, da Presidenta Dilma, e têm financiamento federal, estadual e municipal. Caba a nós fazê-la funcionar bem, e é o que vamos fazer.

O CAPS Álcool e Drogas será uma realidade. Sairemos do projeto e vamos à prática. Seremos braço operativo importante no combate a drogadição, não só no tratamento, mas também integrados na política de prevenção e promoção. Significa dizer que não estaremos presos entre quatro paredes.

Aliás, toda a política de saúde mental será reestruturada, qualificada. Reconhecemos o trabalho que foi feito, a história e construção, mas sabemos que há lacunas a resolver, que precisamos evoluir e dar um salto de qualidade. Os três CAPS serão desafiados neste processo, a pensarem juntos, criativamente, e vamos azeitar as estruturas.

Outra proposta que, desde já anunciamos como um projeto para breve é implantar na cidade o programa Primeira Infância Melhor e o Brasil Carinhoso, o qual é reconhecido internacionalmente e que aqui ainda não existe. Isto quer dizer que nossas crianças pequeninas serão olhadas de uma forma diferente. Com mais afeto, com cuidado, pensando no seu desenvolvimento e felicidade. Simples assim.

Há pouco falamos do Núcleo Municipal de Educação e Saúde Coletiva. A qualificação continuada e permanente dos profissionais será estimulada, dentro de critérios construídos coletivamente. Queremos colegas que queiram se qualificar, estudar, aperfeiçoar-se. Isto vem em benefício da rede pública. Mas, maior que isto, estudar significa apostar em si mesmo, ampliar seus conhecimentos e compreender melhor o mundo. Dia destes ouvi de uma enfermeira amiga minha a seguinte frase: “adoro aprender coisas novas”. Uma frase simples, mas impactante. Aprender coisas novas. Um secretário da saúde não pode ser contra isso, não pode boicotar ou podar a iniciativa de seus colegas servidores municipais e, dentro do que for do interesse da SESA, nós vamos apoiar e estimular, podem ter certeza disso.

Para tanto vamos nos amparar, também, na Univates. Vamos resgatar esta relação, tornando-a proativa, pois isto beneficia a todos. A ciência, o conhecimento, o processo de ensino e aprendizagem é responsabilidade do SUS e não vamos escapar desta responsabilidade. A Clínica Universitária Regional de Educação e Saúde da Univates será nossa parceira. Todas as iniciativas da Univates que sejam benéficas à gestão da saúde municipal são de nosso interesse. Já temos algumas experiências conjuntas, como é o caso da Farmácia Escola. Mas é impossível que a SESA não esteja lado a lado com o a UNIVATES. Não competimos com a UNIVATES, temos o mesmo propósito: a saúde da população.

O Hospital Bruno Born, enquanto maior prestador de serviços ao SUS, será um dos nossos parceiros, compartilhando responsabilidades. Os outros prestadores de Saúde contratados também serão.   Vamos reconstruir o diálogo e esperamos, sinceramente, que esta relação amadureça. Temos experiência e maturidade suficiente para construir juntos, mesmo que vozes pessimistas acreditem que não.

Hoje somos quase 400 funcionários ligados à SESA. Muitos são concursados, outros tantos são terceirizados, via empresas legalmente contratadas, tais como o Instituto Continental de Saúde – ICOS e a DIGEST CLIN. Agora, é importante deixar claro: o chefe, a responsabilidade, é do gestor municipal. Todos nós somos uma equipe que atua conjuntamente, dentro de um organograma. As empresas contratadas não trabalham fora da gestão municipal, em hipótese alguma. Somos parceiros, regidos por contrato. As empresas são remuneradas contratualmente. Uma relação comercial entre a municipalidade e os prestadores que, em hipótese alguma, deve se refletir na qualidade do trabalho desenvolvido.

Ainda, nas relações de trabalho, é importante desde já dizer que vamos estudar e evoluir o Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Isto está escrito na Lei Orgânica do SUS, a Lei 8080 de 1990. Vamos avançar nisto, reconhecendo a importância das profissões e buscando a melhor remuneração possível.

Para finalizar a fala de hoje, que não deveria ser tão longa, até por que vamos conversar muito e em muitos momentos, é importante dizer que nossa secretaria não trabalhará sozinha. Vamos aproximar nossas ações a outros setores sociais, a outras secretariais, até por que a SAÚDE é intersetorial. Vamos construir uma ideia de CIDADE SAUDÁVEL, uma CIDADE PROTETORA DA VIDA.

Para tanto, vamos precisar que vocês nos ajudem a identificar as potencialidades e as dificuldades de cada espaço de trabalho, de cada Unidade Básica de Saúde. Precisamos avançar na ATENÇÃO BÁSICA, e na ATENÇÃO EM MÉDIA COMPLEXIDADE. Vocês são importantes nisto, podem ter certeza.

Enfim, paro por aqui dizendo que estou ansioso com tudo que vem acontecendo. Uma ansiedade saudável, uma expectativa enorme com a possibilidade de conhecer pessoas, jeitos, e de fazer algo a mais.

Sei que vocês também estão na expectativa. Mas quero aqui tranquilizá-los. A vida vai melhorar. Quero ser um bom amigo de todos. Adoro fazer amigos e se perguntarem àqueles que me conhecem, provavelmente ouvirão dizer que sou um cara tranquilo.

Começamos hoje a caminhar juntos e faço votos que esta caminhada seja de realizações.