sexta-feira, 8 de março de 2013

Grupo de Promoção da Saúde no Bairro Santo André, em Lajeado


O Grupo de Caminhadas da Estratégia de Saúde da Família do Bairro Santo André encontra-se semanalmente para atividades de promoção da saúde. Participam do grupo cerca de 25 pessoas, entre 30 e 83 anos, que se encontram sempre às terças-feiras e quintas-feiras, no ginásio do bairro. O objetivo do grupo é incentivar os usuários da unidade a realizar atividades físicas, melhorando o sistema cardiorrespiratório, buscando qualidade de vida e vínculo com a equipe da ESF. Nos encontros são realizados alongamentos e acompanhamento das caminhadas pela acadêmica de educação física, é verificada a pressão arterial pela enfermeira e o acompanhamento nutricional. O grupo conta também com a participação das Agentes Comunitárias de Saúde que são incentivadoras do grupo.
 
Contatos: ESF Santo André - telefone 39821141

Secretaria de Saúde Lajeado com programação especial relacionada à Saúde da Mulher neste sábado, dia 09.


O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08/03, levanta a necessidade de ampliarmos a atenção à sua saúde, tanto nos aspectos preventivos quanto na assistência. Imbuído deste espírito, nesta sexta-feira (08), as Unidades Básicas de Saúde dos bairros Santo André, Montanha e Morro 25 desenvolveram atividades especiais neste dia. No Santo André, as mulheres receberam uma muda de flor e foi realizada a caminhada semanal, com a distribuição de um certificado de reconhecido às mulheres quanto à sua importância. Na Unidade da Montanha ocorreu o atendimento preferencial às mulheres e a entrega de um cartão às usuárias do SUS. Já no bairro Morro 25, foram desenvolvidas atividades comunitárias de valorização da mulher junto à Escola Alfredo Lopes, além do desenvolvimento de técnicas de relaxamento.

Neste sábado, dia 09, as atividade continuam, com várias Unidades Básicas abertas, nas quais ocorrerá o aconselhamento quanto à saúde da mulher, realização do pré-câncer de colo uterino, exame da mama, consultas e encaminhamentos para mamografia, conforme a necessidade. O atendimento às usuárias foi agendado pelos agentes comunitários de saúde, havendo preferência na assistências às mulheres trabalhadoras com dificuldade de comparecer à unidade de saúde em horário comercial.

Onde haverá atendimento no dia 9 de março:

Unidade Básica de Saúde do Centro: das 08h00min às 17h00min.

Unidade Básica de Saúde do São Bento: das 7h30min às 12h00min.

Unidade Básica do Santo André: das 8h00min às 12h00min.

Unidade Básica do Bairro Olarias: das 7h30min às 12h00min e das 13h00min às 16h30min.

Unidade de Saúde do Bairro Conservas: das 7h30min às 12h00min.

Unidade de Saúde do Morro 25: das 08h00min às 12h00min.

Unidade de Saúde do Bairro Conventos: das 8h00min às 17h00min.



segunda-feira, 4 de março de 2013

Operação Recuperando Vidas


Outro dia ouvi de algumas pessoas a expressão “pedreiros”. Referiam-se aos fumantes da pedra de crack, essa droga que arrasa pessoas a uma velocidade impressionante. Ela está entre crianças, jovens, adultos, homens e mulheres. É uma droga democrática. São poucas as cidades livres desse mal, infelizmente. Em alguns lugares o problema é epidêmico. São Paulo e Rio de Janeiro têm as suas cracolândias. Lajeado também. Faz tempo que a chaga bate à porta da sociedade e não dá para ignorar o que acontece. É uma questão de todos, que ultrapassa a responsabilidade da polícia (militar e civil) e dos profissionais da saúde.

Aqui em Lajeado o que se vê é a proliferação do dano. Pessoas sofrem, querem ajuda, embora não saibam como pedir, e se destroem. A angústia de muitos pais e mães se traduz na incapacidade de fazer algo. O que fazer? Pois, mesmo que o efeito seja pequeno, precisamos recuperar vidas, sem a ilusão de que a luta é fácil. É uma luta árdua, mas necessária. É a boa luta.

Na última segunda-feira tivemos um primeiro ensaio dessa nova tentativa de enfrentar o problema. Não se trata de limpar praça e lugares públicos apenas. Não adianta colocar a sujeira sob o tapete. Por isso, a Brigada Militar e a Prefeitura de Lajeado, via Secretaria Municipal de Saúde, uniram-se em torno da “operação recuperando vidas”. A atitude atropela a discussão, mas visa começar a agir mais efetivamente. Precisamos de uma agenda positiva neste tema, agir, enfrentar, resgatar, recuperar vidas. Não dá para desistir destas pessoas como se “zumbis” fossem. Não são zumbis. São pessoas em um estado deplorável, que precisam de uma mão amiga que lhes tire do atoleiro em que estão metidos. E, por isso, fomos lá.

Isto resolverá o problema? Por certo que não apenas isso. Mas, é preciso seguir, avançar, sob a pena de sermos todos consumidos pelo imobilismo. Por isso, a sociedade precisa estar atenta, lutar contra a droga, estimular a vida. 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

LAJEADO SOB A AMEAÇA DA DENGUE


SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE LAJEADO e
16ª COORDENADORIA REGIONAL DE SAÚDE / SES /RS 

COMUNICADO CONJUNTO, em 27/02/2013.

A Secretaria da Saúde de Lajeado e a 16ª Coordenadoria Regional de Saúde vem comunicar à comunidade regional e à imprensa, que o município de Lajeado está sob o risco de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, que conhecidamente é o vetor da DENGUE. Tal risco se tornou eminente a partir da constatação da presença do mesmo neste município. Em janeiro de 2012 foi verificado o primeiro foco do mosquito, no Bairro São Cristóvão. Já nos meses de novembro de 2012, janeiro de 2013 e fevereiro de 2013, foram encontrados 3 novos focos nos Bairros Montanha, Americano e Santo Antônio, respectivamente. 
A partir disto, estamos procedendo na delimitação dos focos, investigando o entorno e monitorando todas as 147 armadilhas espalhadas pelo município, semanalmente. Este procedimento pretende detectar precocemente a presença de novos focos. Um grupo de sete agentes epidemiológicos da SESA/LAJEADO está a campo neste trabalho, coordenados pelo biólogo responsável e apoiados pela equipe técnica da 16ª CRS. 
A situação está controlada, mas é fundamental que a população de Lajeado contribua, recebendo os Agentes Epidemiológicos e permitindo as vistoria de suas residências. Passamos por um período de muitas chuvas associadas ao calor intenso, dois fatores que são bastante propícios para a proliferação do mosquito. 
Considerando que o quadro deve se manter no mês de março, estamos sob o risco real de infestação. As autoridades sanitárias estão atentas e vão trabalhar para minimizar os riscos. Porém, é de suma importância a participação da população, mantendo a cidade limpa e eliminando focos de procriação do mosquito, que são fundamentalmente todo e qualquer tipo de depósito com água parada. Pneus, vasos de flores em cemitérios e residências, resíduos com capacidade de acumular água e que estão pelas ruas e terrenos baldios, piscinas não tratadas, enfim, qualquer meio em que há água acumulada e parada é um potencial criadouro do mosquito causador da dengue. Juntos, podemos evitar que a Dengue chegue até nossa cidade. É uma ação que passa pelo poder público e que precisa do apoio incondicional de toda população. 


INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Como é o mosquito da dengue?
O inseto é um pernilongo escuro com listras brancas e tem por hábito picar durante o dia.
Como o inseto é infectado?
O Aedes aegypti somente se infecta com o vírus da dengue ao picar uma pessoa com a doença, então o mosquito passa a transmitir o vírus.
Quais os principais sintomas?
A dengue clássica se manifesta assim:
99% das pessoas apresentam febre durante cerca de sete dias com início abrupto.
60% têm dor de cabeça frontal severa, dores nas articulações e músculos.
50% têm dor atrás dos olhos (retro-orbital);
50% têm prostação, indisposição, perda de apetite, náusea e vômitos. 
25% têm manchas vermelhas no tórax e braços.
IMPORTANTE: A Dengue se diferencia de resfriados e gripes por não apresentar sintomas respiratórios.
Há tratamento para a doença?
Não existe tratamento específico. Diante a mínima suspeita de dengue não utilize medicamento a base de ácido acetil-salicílico. Beba bastante água e consulte um médico.
Existe vacina contra a dengue? Quantas vezes a pessoa pode ter a doença?
Não existe vacina. Existem quatro tipos de vírus (Den 1, Den 2, Den 3 e Den 4), pode-se adoecer por cada um dos vírus circulantes que está no mosquito, então, quatro vezes. Cada tipo confere imunidade.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O que Santa Maria nos ensinou?


Faz um mês já. Mais de vinte ainda estão no hospital, assistidos pelo SUS, sobrevivendo, lutando pela vida, nas mãos de profissionais da saúde. Mas, 239 morreram. 239! Todos os dias nós vimos notícias vindas de lá. Responsabilidades estão sendo apuradas. O empurra-empurra é diário. Alguém não fez o que devia ser feito. Ou, muitos não fizeram. E, nisso tudo, 239 morreram.

O que Santa Maria nos ensinou? A boate Kiss tinha problemas, estava visto. Depois do acontecido muitas vozes denunciaram os problemas de antes, mas ninguém, de fato, tinha feito algo. Ela funcionava. E se dá a tragédia. O que está posto é que há regras, legislação, leis, que dizem o que fazer e o que não fazer. Talvez nem tudo que está no papel, planejado, funcione exatamente como tem que ser na hora que as coisas acontecem. Mas, se nada está no papel, se nada foi pensado, não se tenha nenhuma dúvida, nada vai dar certo. O improviso, neste caso, é mortal. E foi.

No caso da saúde vivemos situações semelhantes no dia a dia. O improviso é a causa das muitas “dores de cabeça” pelas quais passamos. Coisas mal construídas, mal combinadas, durante décadas, descambam na incerteza. Não há jeitinho. A regra, no caso, é dura e rígida.
Vejamos o caso da Vigilância Sanitária. Quando ela alivia, o que acontece? Alguém se machuca, passa mal, se queima, intoxica, morre. É compreensível que a outra parte, o vigiado, se sinta oprimido, se sinta coagido frente às regras. Mas, acreditem, o que a regra quer é proteger ao usuário de um serviço. Não é simpático, mas necessário. Salva vidas, garante qualidade de vida.

Se nós aprendemos alguma coisa com Santa Maria é que com a vida não se brinca. Em todas as circunstâncias. Um trabalho árduo que requer que as forças da comunidade queiram fazer juntos, na crítica propositiva, na elaboração de propostas, estratégias, sistematização de ideias. No juntar das mãos em torno de algo maior que o interesse particularista que ultrapassa a vida solidária. Caminhamos...

Unidade de Saúde do Conservas

Nesta terça-feira, 26/02, pela manhã cedo a médica do Posto de Saúde do Bairro Conservas não pode comparecer, por problemas de saúde. Cerca de 15 pessoas esperavam por atendimento e, tão logo informados da falta da profissional, imediatamente o médico coordenador clínico da Secretaria de Saúde de Lajeado, Dr. Carlos Dorneles dirigiu-se ao local e substitui a profissional. 

Pela manhã foram atendidas as 15 pessoas e mais 5 que lá chegaram, posteriormente. Não houve prejuízo a nenhum usuário do SUS. O presente esclarecimento se faz necessário frente às manifestações que ocorreram na Câmara de Vereadores, na sessão de hoje. Temos a declarar que mesmo médicos adoecem e tomamos as providências, substituindo a profissional, como já afirmamos. 

Temos um quadro de profissionais qualificados e vamos sempre nos esforçar para melhorar a rede. A saúde de Lajeado terá um salto de qualidade em todas as dimensões e a secretaria está trabalhando no planejamento e na organização da rede. Por fim, no entanto, é preciso dizer que a legislação do SUS impõe regras e elas servem para regular o sistema, evitando abusos e definindo critérios para o acesso justo. Isto significa que junto com o conselho de saúde, vereadores e comunidade, vamos fazer um SUS melhor. Críticas e sugestões são bem vindas, desde que justas e viáveis. Críticas infundadas ou maldosas serão esclarecidas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Que tal manter a Avenida Tallini (na Univates) limpa?


Sou frequentador da Avenida Alberto Tallini, da Univates. Passo ali seguido, inclusive sábados e domingos de manhã. Me dá uma alegria ver o pessoal reunido nos sábados e domingos a tarde. Saudável a reunião dos grupos, que vivem juntos. Tem de tudo, desde a roda de chimarrão e pipoca a pais e mães de família com seus pequenos, em SUS bicicletas. Tem também aqueles que bebem sua cerveja, na boa.
O lugar é bonito, agradável e cercado de verde. Legal para aproximar-se da natureza. A avenida tem várias lixeiras, posicionadas pela Univates, que permitem separar os restos, inclusive, entre orgânicos e inorgânicos.
Infelizmente nem tudo é perfeito, especialmente quando a noite cai. Quem passa ali sábado ou domingo de manhã se entristece. Dá vontade de chorar. A quantidade de garrafas, de plásticos e outros restos é assustador. Imagina-se o que foi a noitada. Muitas vezes passei por lá nestas horas e um funcionário da Univates, pacientemente, heroicamente, limpa tudo. Trabalho repetitivo, para deixar tudo certinho para os que vêm à tarde.
Não estou aqui para julgar, nem acusar. O que queria aqui, humildemente, é pedir àqueles frequentadores que por lá passam à noite, sejam de Lajeado, sejam de outros municípios, que cuidem do ambiente. Mantenham a avenida limpa, levem as garrafas e plásticos às lixeiras. Não quebrem nada, que cacos de vidro machucam os pés das crianças e jovens.
Não adianta aqui procurar quem é o culpado. Repressão? Polícia? Prefeitura limpando tudo? Fechar a avenida com portões? Nada disso gurizada. Os pais de vocês também foram jovens e também tiveram seus momentos de folia. Passam os tempos e as rebeldias se travestem, mas sempre existem. O que não dá é que essa rebeldia se transforme em algo tão inclassificável. Eu não acredito que alguém se sinta feliz atirando uma lata, uma garrafa, um caco de vidro no meio da rua.
Buenas, talvez não adiante nada esse pequeno texto. Ele quer apenas externar minha inconformidade com estes comportamentos. Acho que dá para ser feliz de outra forma. Dá para festejar as coisas da vida na própria avenida, ou qualquer outro lugar, de um jeito um pouco mais parceiro dos outros, mantendo o ambiente mais limpo. Como diz o pessoal no facebook: prontofalei.