quarta-feira, 20 de junho de 2012


Informativo Semanal do CREFITO10/SC, 20 de Junho de 2012 | Número 141


Edição Extraordinária

19 de Junho de 2012, assume nova administração do COFFITO

Na noite de ontem, 19 de junho de 2012, às 17 horas na sede do COFFITO em Brasília, foram empossados os novos Conselheiros do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional – COFFITO, para o interstício 2012-2016.
Após a posse formal, deu-se a eleição de Presidente e Vice-Presidente, onde foram eleitos por unanimidade o Dr. Roberto Mattar Cepeda - Presidente e a Dra. Luziana Maranhão como Vice-Presidente, sendo que logo após o Presidente nomeou seus dois Diretores, Dr. Cássio Fernando Oliveira da Silva - Diretor-Secretário e Dr. Willen Heil e Silva – Diretor-Tesoureiro.
Cabe ressaltar que entre os Conselheiros eleitos figurou pela primeira vez uma Catarinense, Dra. Fernanda Simões Vieira Guimarães Torres, Fisioterapeuta, Professora do Curso de Fisioterapia do CEFID-UDESC, Fisioterapeuta da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina, Conselheira do CREFITO-10 (gestão 2005-2009), colabora com o Núcleo de Comunicação e Eventos do CREFITO-10 (gestão 2009-2013), atualmente é Secretária do Comitê Executivo da Confederação Latino Americana de Fisioterapia e Kinesiologia – CLAFK e Confederação Mundial de Fisioterapia - Região Sul Americana – WCPT-SAR e Diretora-Secretária da Associação de Fisioterapeutas do Brasil - AFB.
Membros Efetivos:
ROBERTO MATTAR CEPEDA - CREFITO-8 - 6036-F
LUZIANA CARVALHO DE ALBUQUERQUE MARANHÃO - CREFITO-1 - 1067- TO
ELINETH DA CONCEIÇÃO DA SILVA BRAGA - CREFITO- 12 - 19958-F
CÁSSIO FERNANDO OLIVEIRA DA SILVA - CREFITO-9 - 15728-F
PATRÍCIA LUCIANE SANTOS DE LIMA - CREFITO-8 n° 3907-TO
WILEN HEIL E SILVA - CREFITO-2 - 28007-F
MARCELO RENATO MASSAHUD JÚNIOR - CREFITO- 4 - 60044-F
PATRÍCIA ROSSAFA BRANCO - CREFITO-8 -29271-F
LEONARDO JOSÉ COSTA DE LIMA - CREFITO-3 - 1257-TO

Membros Suplentes:
RICARDO LOTIF ARAÚJO - CREFITO-6 - 33481-F
GLADEMIR SCHWINGEL - CREFITO-5 - 15500-F
JOSÉ WAGNER CAVALCANTE MUNIZ - CREFITO-12 - 9860-F
AUGUSTO CESINANDO CARVALHO - CREFITO-3 - 6076-F
FERNANDA SIMÕES VIEIRA GUIMARÃES TORRES - CREFITO-10 - 22007-F
ANA RITA COSTA DE SOUZA LOBO BRAGA - CREFITO-11 - 6723-TO
CLEBER MURILO PINHEIRO SADY - CREFITO-7 - 5773-F
MARIA LUIZA VAUTIER TEIXEIRA - CREFITO-8 - 786-TO
MARIA SEVERA DE VASCONCELOS ALCANTRA - CREFITO-12 n° 3473-TO

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Vacinação contra a gripe inicia em 5 de maio

Devem se vacinar gestantes, idosos e crianças entre os 6 meses e menores de dois anos

A campanha de vacinação contra a gripe começa no próximo dia 5 de maio. Assim como no ano passado, o público alvo será todas as pessoas acima dos 60 anos, as gestantes (em qualquer período), crianças entre os seis meses a menores de 2 anos, indígenas aldeados e trabalhadores de saúde de unidades que fazem atendimento de casos de influenza. 

A dose protege contra três tipos do vírus Influenza, entre eles o H1N1 e outros dois tipos de gripe sazonal. O Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Saúde, trabalha para garantir que, no total, 1,9 milhão de pessoas sejam imunizadas - aproximadamente 1,4 milhão de idosos, 128 mil gestantes, 202,7 mil crianças, 19,6 mil indígenas e 137,7 mil trabalhadores de saúde. A meta é vacinar pelo menos 80% da população de cada grupo. 

A vacina estará disponível nos postos especificados pelas Secretarias municipais até o término da vacinação, no dia 25 de maio. Na largada da campanha acontecerá o Dia D, quando haverá uma mobilização especial com pontos extras de vacinação. 

As crianças com idade entre 6 meses e menores de 2 anos receberão a vacina da influenza em duas doses, com 30 dias de intervalo. Aquelas que já receberam anteriormente, mesmo que com esquema incompleto, tomam apenas uma dose. 

A vacina da influenza é composta de vírus mortos, ou seja, que não há risco de causar a doença. De acordo com o Programa Estadual de Imunizações, as contra-indicações são apenas para aquelas pessoas com reações alérgicas à ingestão de ovo ou a qualquer outro componente da vacina. 

Desde 1999, quando começaram as campanhas nacionais de vacinação do idoso, utiliza-se a vacina sazonal trivalente. A composição da vacina, para os hemisférios Sul e Norte, é determinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) via monitoramento das cepas circulantes em todo o mundo e da identificação das mais prevalentes. 

A vacinação se mostrou amplamente eficaz no controle do vírus da gripe A (H1N1). Após a pandemia de 2009, quando foram contabilizados mais de 3,5 mil casos e 297 óbitos, a campanha do ano seguinte - na época específica para a H1N1 - evitou que fossem registrados novos casos. Em 2011, uma segunda onda foi registrada, mas com menor impacto, isso em virtude da maior proteção da população. Foram 104 casos confirmados, sendo que 15 deles evoluíram para óbito.


Assessoria de Comunicação Social (SES/RS)
http://www.saude.rs.gov.br/wsa/portal/index.jsp?menu=noticias&cod=28402

quinta-feira, 29 de março de 2012

Nota de esclarecimento do COFFITO sobre a decisão do TRF1 de restringir o exercício da Acupuntura à Medicina

 
No último dia 27, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) julgou o pedido do Conselho Federal de Medicina sobre a restrição do exercício da Acupuntura somente aos médicos. Com isso, ficariam os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, além de outros profissionais impedidos de exercer a Acupuntura.
 
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) esclarece que, o julgamento realizado no TRF1 não produzirá efeitos, enquanto não houver a publicação do Acórdão referente à decisão.
 
O conteúdo será examinado pela Procuradoria Jurídica do COFFITO, em conjunto com todas as Procuradorias Jurídicas dos Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITOS), para que sejam adotadas medidas que possam reverter a situação, referente à prática por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.
 
Vale salientar que os órgãos competentes para a última palavra são o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF). Portanto, a situação atual dos profissionais que exercem a Acupuntura, não há de sofrer qualquer alteração, enquanto não forem examinados e esgotados os recursos que serão utilizados pelo Sistema COFFITO/CREFITOs, para fazer valer o legítimo direito de seus profissionais.

quinta-feira, 22 de março de 2012

COFFITO elege gestão para o mandato 2012 - 2016

(Brasília 21/03/2012) O Coffito realizou, em sua sede em Brasília, no dia 21 de março, eleição para o mandato 2012-2016.
A chapa "Dignidade e valorização profissional" foi eleita por unanimidade dos votantes.

A inscrição da referida chapa foi aprovada por unanimidade pelos delegados eleitores na sessão preliminar de preparação da eleição, realizada no dia anterior, na sede do conselho, em Brasília.

Estiveram presentes na reunião os delegados eleitores de todos os CREFITOS e que formam o colégio eleitoral.

O processo eleitoral acontece de acordo com a Resolução do COFFITO nº. 349, de 2008.                    

Composição da gestão 2012-2016 do COFFITO

Conselheiros Efetivos:
Dr. Roberto Mattar Cepeda - Crefito 8
Dra. Luziana Carvalho Maranhão - Crefito 1
Dra. Elineth da Conceição Da Silva Braga - Crefito-12
Dr. Cássio Fernando Oliveira da Silva - Crefito-9
Dra. Patrícia Luciane Santos de Lima - Crefito-8
Dr. Wilen Heil e Silva - Crefito-2
Dr. Marcelo Renato Massahud Júnior - Crefito-4
Dra. Patrícia Rossafa Branco - Crefito-8
Dr. Leonardo José Costa De Lima - Crefito-3

Membros Suplentes:
Dr. Ricardo Lotif Araújo - Crefito-6
Dr. Glademir Schwingel - Crefito-5
Dr. José Wagner Cavalcante Muniz - Crefito-12
Dr. Augusto Cesinando Carvalho - Crefito-3
Dra. Fernanda Vieira Guimarães Torres - Crefito-10
Dra. Ana Rita Costa de Souza Lobo Braga - Crefito-11
Dr. Cleber Murilo Pinheiro Sady - Crefito-7
Dra. Maria Luiza Vautier Teixeira - Crefito-8

quarta-feira, 21 de março de 2012

As Equipes de Saúde em risco: o projeto de lei do Ato Médico e seus riscos para o usuário da “saúde” no Brasil


No Brasil, quando falamos em SAÚDE, falamos do quê? Falamos de um produto tal qual algo que compramos no supermercado? Falamos de um “ganha-pão” de uma série de trabalhadores da área da saúde, formados em escolas de nível médio e superior? Falamos de um filão de negócios para uma indústria da doença, que enriquece a custa da venda de medicamentos? Falamos de tudo isso, ou de nada disso?

Falamos de tudo isso e, muitas vezes, esquecemo-nos de colocar no centro da conversa um participante fundamental: aquele sujeito que no desenrolar da sua vida quer ser feliz e que, para isso, precisa ter acesso aos dispositivos que dão conta da sua saúde, tanto na sua promoção quanto na prevenção de doenças e agravos e, em havendo a doença, no seu diagnóstico precoce, no tratamento adequado segundo sua necessidade. Focar a discussão do tão falado “Projeto de Lei do Ato Médico” neste aspecto é fundamental para recompormos as coisas em seu devido lugar.

Desde o início desta discussão, em 2002, as querelas fixam-se em torno de uma disputa de mercado, no qual as profissões defendem o seu quinhão, o seu espaço na partilha dos “atos de saúde”, desenvolvidos ao longo da história. As profissões da saúde, nas últimas décadas, especializaram-se na sua construção teórica e prática e isto significou um acréscimo fundamental na condição de vida dos brasileiros. O cidadão tem à sua disposição hoje uma equipe multiprofissional e isto é ótimo. Ganhamos todos com isso, o que se reflete, por exemplo, numa vida mais longa e com mais qualidade.

O Projeto de Lei do Ato Médico quer, de certa maneira, reverter os avanços das últimas décadas ao centralizar a decisão sobre o processo assistencial do usuário de serviços de saúde nas mãos de um único profissional. Legalmente, proíbe-se que vários dos atos atualmente partilhados entre diferentes profissionais sejam praticados por enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, entre outros. Cabe ao médico o diagnóstico nosológico, unicamente, e a partir dele, distribuem-se as tarefas que os outros devem desempenhar. Cria-se uma clara hierarquia, um monopólio na decisão, violando a equipe de saúde interdisciplinar, desqualificando-a.

De prático, o que isto pode gerar? Uma eminente maior dificuldade de acesso das pessoas aos serviços de saúde em geral, visto que praticamente tudo fica atrelado à ideia de que primeiro precisaríamos consultar um médico. Um segundo aspecto é que esta centralização na figura de um profissional encareceria o acesso à consulta, visto que atualmente já há certa escassez de profissionais médicos especialistas, por exemplo. No Sistema Único de Saúde isto se torna ainda mais dramático, na medida em que se percebe uma dificuldade enorme de fixar o profissional em cidades pequenas e médias.

Quem “paga o pato”, ao fim e ao cabo, é a população. Centrar a decisão em saúde nas mãos de um profissional nunca foi garantia de qualidade. Pelo contrário, todas as profissões têm os seus excelentes, os bons, os medianos, medíocres e maus profissionais. Na imprensa vimos exemplos a toda hora. Na vida prática do dia a dia, também. A equipe de saúde permitiu que diferentes olhares estivessem “de olho” na saúde das pessoas. Avançamos, apesar dos problemas que ainda enfrentamos neste país. O acolhimento, a escuta, o cuidado, o vínculo, a interdisciplinaridade, tudo isso são conceitos que vêm sendo buscados por profissionais incansáveis, por toda parte. Equipes de saúde, que comportam médicos também. Equipes de saúde, que são parceiras, corresponsáveis pelas pessoas com as quais trabalham. Equipes de saúde que, com o Projeto de Lei do Ato Médico, correm sério risco. E, sem a equipe, quem perde de fato, senão o pobre cidadão brasileiro pagador de impostos e que merece maior respeito na condução da sua vida? 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Não

Não, não me diga o que é certo
Não me diga das dores, sofrer
Não me faça remoer lembranças
Não me jogue na sarjeta, à rua
Me faça apenas uma prova
Me diga apenas o correto
Me “rebento” nas palavras
Vou em frente, é a chance