sábado, 5 de abril de 2014

Lajeado somos todos nós – uma reflexão quanto ao Dia Mundial da Saúde

Esta semana foi publicada pesquisa que indica Lajeado entre os quatro melhores municípios com até 100 mil habitantes do Estado. Entre os quesitos que são avaliados a SAÚDE é determinante. E, neste sentido, cabe aqui uma reflexão sobre esta pesquisa e sobre a rotina da construção de um sistema de saúde.

 Uma secretaria municipal de Saúde exige trabalho para avançarmos. Temos várias frentes de trabalho. Há o trabalho do dia a dia, o trabalho de ponta, que diz respeito desde as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde, a manutenção dos 26 pontos de atendimento ao público, as consultas de enfermagem, de odontologia, de fonoaudiologia, os atendimentos fisioterapêuticos, de psicologia, etc. Temos o trabalho médico, consultas, procedimentos e assim por diante. Temos a distribuição de medicamentos, a realização, agendamento e encaminhamento de procedimentos, exames, cirurgias. A vigilância em saúde, epidemiologia, ambiental, sanitária. A lista é longa e a complexidade é nossa rotina. Neste contexto, 3 mil pessoas são atendidas diretamente na rede de saúde, por semana. Outras duas mil pessoas buscam outros encaminhamentos e serviços diversos. A grande maioria destas pessoas está satisfeita e resolve bem suas demandas. Mas há problemas, claro.

Na SESA trabalhamos sob duas lógicas: melhorar estruturas e melhorar os processos de trabalho. Para ambos os casos, investem-se recursos financeiros. E investem-se esforços, pois mudar é um processo danado e penoso, pois nem todos entendem por que mudar se “sempre foi assim”. Mas persistimos, pois há a convicção de que é preciso mudar, reformar a forma das relações estabelecidas, implementar meios fazer mais e melhor. E, como todo processo de mudança, desacomodar causa deslocamentos e eventuais desconfortos. Natural, esperado.
Quando falamos em estruturas,  falamos das Unidades de Saúde. Pois, neste momento, estamos ampliando a UBS do bairro Conventos, reconstruindo o Centro de Saúde do Centro, já reformamos o Centro de Saúde do São Cristóvão e a UBS do Santo Antônio, ampliamos o Centro de Saúde da Montanha e colocamos a Unidade e Pronto Atendimento (UPA) para funcionar. Além disso, mudamos o endereço, melhorando as condições de trabalho, do Ambulatório Municipal de Tratamento da Dependência Química. Também mudamos o endereço do Serviço de Assistência Especializada (SAE) em DST/HIV e Hepatites. Estamos encaminhando a mudança de endereço do CAPS Infanto juvenil “Crescer”. Inauguramos a UBS do Conservas e estamos com o projeto pronto para a licitação da duplicação da UBS do Jardim do Cedro e de uma Academia de Saúde do Bairro Olarias. Há outros projetos engatilhados, que dependem de análise do Ministério da Saúde para serem contemplados. Da Secretaria Estadual de Saúde captamos R$ 450 mil no ano de 2013, o que demandou participar de reuniões com o ex-secretário da saúde Ciro Simoni e com a atual secretária de saúde, Sandra Fagundes. Ainda há alguns dias recebemos duas vans, e temos outros investimentos importantes para 2014. Aguardem. Tudo isto não cai do céu... Nós saímos do gabinete e corremos atrás de recursos, nos aproximamos dos pontos de comando, construímos uma rede de contatos potente e que permite prospectar onde estão os recursos e como podemos acessá-los. Leva tempo, dá trabalho, mas também trás resultados.
Quando falamos em melhorar os processos nos referimos a trabalhar a qualidade do trabalho realizado, melhorando fluxos e rotinas e também investimento na qualificação dos profissionais. Ainda em 2013 realizamos curso para todos os Agentes Comunitários de Saúde. Nesta semana começou outro curso, o Caminhos do Cuidado, mais uma vez com este público e com os técnicos de enfermagem. Sistematicamente enfermeiros, médicos, dentistas, têm reuniões de trabalho e de avaliação, no qual impera o espírito democrático da participação. Além disso, mais de uma dúzia de profissionais participa de curso na Univates sobre Metodologias Ativas nos Processos de Mudança, exatamente para proporcionar um trabalho cada vez melhor no dia a dia. Estimulamos a produção, a pesquisa, o acolhimento. Incentivamos os servidores a buscarem mais. É o nosso trabalho na secretaria.

Para dar um exemplo do que é este trabalho, nesta última segunda-feira, após sucessivas reuniões de trabalho, concluímos o projeto de duas equipes de NASF – Núcleo de Apoio à Saúde da Família. O projeto está sob análise da 16ª Coordenadoria Regional de Saúde e em sendo aprovado ele segue e abrimos a perspectiva de efetivar os núcleos no segundo semestre. Na terça-feira estivemos envolvidos em duas reuniões fundamentais, primeiro com a Comissão Intergestores Regional das regiões 29 e 30 e depois com a Secretária Adjunta da Saúde, Rosângela Dorneles, e a coordenação administrativa e técnica do Hospital Bruno Born, discutindo o papel do mesmo na região do Vale do Taquari e estado. O novo contrato está em construção e é importante que as partes estejam sintonizadas neste propósito. Na quarta-feira a Câmara Técnica UPA-SESA-SAMU-CMS-HBB esteve reunida em análise dos atendimentos de urgência e emergência em Lajeado, avaliando problemas, definindo papeis e soluções. Muito produtiva. Na quita-feira estivemos em reunião no Conselho de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS), com a participação da secretária estadual de saúde, Sandra Fagundes, na qual está reafirmado o compromisso do estado em investir na saúde de todos os gaúchos, ampliando investimentos na atenção básica e principalmente na média complexidade.  E trouxemos 15 detectores fetais e uma impressora, requeridos junto ao Ministério da Saúde.  

É um trabalho árduo, de articulação contínua, pensando nas pessoas, na gente que cuida de gente, na população, nos processos de trabalho, nas estruturas existentes e na ampliação da rede. Queremos mais; mais médicos, mais medicamentos, mais exames, mais promoção da saúde, mais prevenção. Queremos que as pessoas se importem mais consigo mesmo, que se preocupem com sua saúde, com seu sedentarismo, com seus sofrimentos. Queremos uma SESA ativa e atuante, NA PROMOÇÃO DA VIDA. Este texto tem este objetivo, de redefinir nossos propósitos, de lembrarmos que LAJEADO SOMOS TODOS NÓS, a população, os trabalhadores de saúde, as instituições. Os avanços acontecem na coletividade, respeitando o direito de todos, sem privilégios e preconceitos, com inclusão e respeito, com Humanização no atendimento. Eis a nossa missão, que nos parece importante reafirmar neste período, que marca a lembrança do DIA MUNDIAL DA SAÚDE, em 07 de abril de 2014. Que possamos todos pensar mais no “NÓS”. O individualismo deturpa a ética social, pois é no COLETIVO que se constrói um Sistema Único de Saúde melhor. Lajeado somos todos nós.


domingo, 23 de março de 2014

Às vezes eu penso...

E, nas vezes que eu penso, não me dói a cabeça, o que é ótimo. Pensar faz bem à saúde. Aliás, pensar é um ato humano que considero fundamental pois, ao pensarmos exercemos a liberdade. Liberdade, que bela palavra... Tantos dizem e cantam em torno de sentir-se livres e, no entanto, a liberdade é tão difícil de alcançar. Sei lá, muitos se dizem livres, pensam ser livres, mas estão livres, de fato? Pensar, pensar, pensar...

Às vezes eu penso e isso me dá alguma certeza sobre o que acontece em minha vida. Confesso que não é a melhor vida do mundo, me faltam elementos para a felicidade plena, gasto parte de minhas energias com coisas fugazes e me faltam energias para outras coisas nem tão fugazes assim. Mas eu penso que estou no caminho certo. Minha alma é livre e domino meus passos [até certo ponto, pois a liberdade nunca é plena...]

Talvez eu pense o tempo todo.Ou, por vezes, me iluda que penso. Mas, na média, me considero um pensador razoável. Tenho opinião própria, decido meus passos, minha alma é livre e se quiser mudar rumos, mudo, não tenham dúvidas quanto a isso. Se a felicidade não é possível em dado porto, mudo o porto e pronto. Nada deve nos amarrar em torno de causas estranhas à nossa ética pessoal. Nada, nada mesmo.

Por fim, ao fim e ao cabo, o que importa disso tudo é que ao exercermos a capacidade de pensar temos a clareza de que há pessoas que estão em nossas vidas e que valem muito a pena. E há aqueles que são passáveis. Em cada conhecer um novo conhecer, uma experiência, para o bem, para o mal. Mas, a capacidade de pensar no leva a isso: a experimentação do viver, de buscar felicidade, de triar entre o que é o bom ou não...

Divagações apenas, depois de um fim de semana trabalhando em casa, colocando em dia coisas que não tenho tempo de resolver na hora do expediente. Pois é, isso muitos não enxergam, mas a vida é assim.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Todo agente público é mau caráter?

Está na moda bater em tudo e todos. Se exerce uma função pública, então, no mínimo não presta. Parece que é lei: "se aceitou um cargo público, deve ser mau caráter". Sabe, dá uma vontade de largar tudo e dizer: "então pega, tenta fazer melhor". Na realidade, a ampla maioria dos agentes públicos são pessoas extraordinárias, que trabalham jornadas muito grandes e sofrem pelos limites que as circunstâncias lhes impõe. Atendem telefonemas de madrugada, de noite, de manhã, sábados, domingos. Tem gente que acha que o agente público deve trabalhar 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive finais de semana, e deve resolver imediatamente o problema de cada vivente, como se este fosse o caso mais urgente do universo. Querem fular filas, passar à frente dos outros, ter seus interesses à frente dos outros. Impressionante. 
O pior disso tudo é escutar que "político não presta", "é tudo ladrão" entre outras frases de efeito. Ver pessoas replicando coisas no facebook sem se dar ao trabalho de pensar 15 segundos sobre o assunto é de uma tristeza imensa. É preciso pensar gente, o cérebro serve para isso.
Se um vivente diz: "essa turma apronta, é só falcatrua", o que dá para pensar sobre isso? Primeira coisa: quem é o vivente? Qual o seu motivo? Perdeu o emprego? Queria ser privilegiado e não foi? Não gosta dos partidos que estão no poder? Tem provas do que está dizendo? Olha, quando a gente se dá ao trabalho de avaliar isso, fica claro que a acusação é apenas uma manifestação irracional, passional. 
Tenho visto isto de uma forma generalizada: não gostam de fulano ou sicrano e dá-lhe lenha, ridicularizam, falam inverdades absurdas. 
Isso desanima. 
Vou dizer: sou secretário de saúde de Lajeado com muita alegria. É desafiador, envelhece, dá rugas, estressa, mas saber que 500 pessoas saíram de uma fila de espera por cirurgias e resolveram seu problema satisfaz. Saber que mais de 10 mil pessoas são atendidas todo mês, a grande maioria saindo satisfeita, com seus problemas com soluções encaminhadas, dá uma alegria sem par. 
Não me iludo que em Lajeado a saúde deixará de ter problemas menores. Sempre haverá aquele (a) que quer forçar um atestado e se não ganhar vai para cima de um poste e vai gritar "tá tudo errado". Sempre vai ter aquele que olha só para si e pensa que o problema dos outros não é nada e se a gente não atende o ato egoísta vai para o facebook e grita "ah, mas eu votei neles, fiz campanha". 
Paciência. Aliás, paciência não, isso me impacienta. 
Eu, como agente político e secretário de saúde me exponho aqui dessa forma e esta exposição é algo muito incomum. A maioria dos agentes políticos sofrem calados as injustiças. Prefiro dizer ao mundo que ou este mundo será mais ético, ou o mundo caminhará, à passos acelerados, rumo à barbárie. 
Não preciso aceitar calado que digam que "todo político não presta". Sei que o facebook é democrático, a gente escreve o que quiser, mas até certo limite. Guerrilheiros de facebook é fácil de ser. Sair deste espaço virtual e fazer acontecer algo por um mundo melhor é outra coisa.
Já disse demais, já me expus demais. Alguns daqueles que aguentaram ler este post até aqui devem estar pensando "mas o que aconteceu?". Digo, nada, e tudo. Cansa ler certas coisas por estes espaços. O facebook, por ser dinâmico, por haver atualização constante, empobrece o debate: a pessoa não pensa mais, fica replicando e curtindo coisas sem ao menos se dar ao trabalho de pensar "será?". 
Não pense, leitor, que jogo a toalha. Pelo contrário: precisamos a lutar a boa luta para vencer a mediocridade que impera neste mundo. EU ACREDITO, DE VERDADE, QUE INTERESSE DO COLETIVO É SUPERIOR AO INTERESSE INDIVIDUAL. 
Pronto, falei. Me sinto mais leve.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Juntos

Cada um de nós tem seus sonhos possíveis (e impossíveis),
E caminhamos em frente, ao incerto,
No passo a passo, de cabeça erguida,
E é quando vencemos barreiras e medos,
Na caminhada que se faz junto,
Lado a lado, sem estar só, de olhos abertos,
Com a espinha ereta, inspirando fundo,
E cantarolando à plena voz que é possível,
A felicidade,
Sim é possível, com amigos, irmãos, parceiros,
Alcançar os sonhos distantes, lá longe de tudo,
E é no caminhar juntos que a coisa se cria,
Faz-se realidade, palpável, ali à mão,
E é no estar juntos que faz vida...
E que a vida seja repleta de felicidade,
Razão de ser, de todos nós!
(Que o ano de 2014 seja pleno de sonhos que se realizam, de felicidades que se compartilham e de vida, que se faz melhor, quando se está junto no andar).





sábado, 2 de novembro de 2013

VERTIGENS NO TEMPO DE VIVER

Quem foi e quem virá?
Na ciranda da vida, passageiros?
Quem é e quem será?
Entre alegrias e medos traiçoeiros?
Quem sou e quem serei?
Nas andanças e danças que eu sei?
Quem és e o que farás?
Abrindo suas portas, saberás?
Nas perguntas que abundam e se fundem
Nas palavras estranhas que se unem
Em torno de algo indecifrável,
Nada claro; tudo escuro, opaco
E o tempo duro, inflexível,
Cobra seu tempo o tempo todo, no ato
E, e...
No impacto, empato
Me furto do tempo, me inebrio no vento
Me deixo menor, ou melhor...
Quem sabe? Saberá?
Dúvidas,
Alegrias
E tristezas


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

TODO SER HUMANO CAUSA IMPACTO NO OUTRO

"Que tem a morte de errado?
Por que temos esse medo mortal?
Por que não tratamos a morte
com humanidade, dignidade, decência e até com humor?
A morte não é o inimigo.
Se quiserem enfrentar um mal,
enfrentem o mal da indiferença."
(...)
“Todo ser humano
causa impacto nos outros.
Por que evitar a relação entre 
paciente e médico?
O que ensinam está errado.
A missão do médico deve ser
não apenas de evitar a morte...
mas melhorar a qualidade de vida.
Tratando o mal, se ganha ou se perde.
Tratando o indivíduo,
garanto que vão ganhar, independente do desfecho.
A sala está cheia
de estudantes de medicina.
Não se deixem anestesiar pelo milagre da vida.
Sempre se extasiem pela glória do corpo humano.
Concentrem-se nisso,
não em procurar notas...
que não indicam o tipo
de médicos que serão.
Não esperem demais para
recuperar a humanidade.
Aprendam a entrevistar.
A falar com estranhos.
Com amigos, “enganos”, com todos!
Cultivem amizades com essas
pessoas incríveis, as enfermeiras.
Cuidam de pessoas dia após dia.
Têm muito que ensinar,
bem como os professores, que não têm o coração gelado.
Aprendam a ter compaixão.
Quero ser médico
de todo meu coração.
Queria ser médico
para ajudar o próximo.
Por causa disso, perdi tudo.
Mas também ganhei tudo.
Compartilhei das vidas de pacientes
e pessoal do hospital.
Rimos e choramos juntos.
Quero dedicar a vida a isso.
E hoje, seja qual for sua decisão,
juro por Deus que vou chegar a ser
o melhor médico de todo o mundo.
Podem impedir que eu me forme.
Podem me negar o título
e a bata branca.
Mas não podem dominar meu
espírito nem evitar que aprenda.
Não podem me impedir de estudar.
Portanto, têm uma escolha. Podem
me ter como um colega apaixonado...
ou como um intruso,
mais ainda inquebrantável.
Seja como for,
ainda vou ser um espinho.
Mas prometo, vou ser um espinho
que não podem arrancar."



Trecho do filme "Patch Adams - O Amor é Contagioso". Filme é baseado na história real de Hunter "Patch" Adams. Patch defende a teoria de que, para a cura de doentes, deve existir mais contato humano entre pacientes e médicos. O filme conta sua trajetória na faculdade de medicina, onde foi muito criticado por seus métodos. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Meu repúdio àqueles que jogam o lixo por aí

O que faz um vivente jogar uma garrafa de plástico (ou vidro), ou um copo, ou qualquer coisa, no meio da rua, ou na valeta? Sei que o assunto é manjado, mas vale sempre a pena pensar sobre isso. Poderíamos pensar que isso é fruto da falta de estudo e tal, mas quando passo nas ruas centrais da cidade e vejo o lixo jogado, me passa que isso é fruto de uma ignorância ambiental sem limites. No centro e nos bairros, em toda parte.

Alguns diriam, “ah, mas a prefeitura tem que limpar”; Está bem, a prefeitura tem que limpar. Mas, seria tudo mais fácil e mais barato se tivessem todos um pouco mais de amor pela natureza, um pouco mais de senso de comunidade, que deixassem de pensar apenas na sua urgência do momento, que é se livrar do resíduo em sua mão, jogando-o em qualquer parte. Mas, nesse mundo movido a dinheiro, parece que a única forma de conscientizar alguém é via recompensa ou via multa. “Ou tu ganha algo por fazer o bem, ou não faz”... Ou, ainda, “ah, mas tem multa, então não faz”.

A gente imagina que os problemas ambientais são coisa de cidade grande, de metrópoles. Balela. Outro dia aconteceu aqui em Lajeado a conferência que tratou do saneamento básico e os números são alarmantes. Por décadas ninguém se preocupou com certos problemas, começou tudo torto, e o remendo é caro, muito caro. Fazer depois, consertar as coisas, sai mais caro que fazer certo no início. Deixar de poluir é mais barato do que poluir e limpar depois. Nos queixamos dos impostos, que são altos mesmo, mas via de regra, parte deles são dirigidos para consertar coisas que deixamos de fazer antes, e certo, enquanto sociedade.


Enfim, uma longa discussão. Mas, fica o meu repúdio a todos que colaboram para que o mundo seja um pouco pior, jogando o lixo onde ele NÃO DEVE ser jogado: NA NATUREZA.